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CIMLOP em Moçambique - Reunião de Direçao e Rodada de Negócios
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Donativos APEMIP Solidária 2010
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Reunião da FIABCI 2010

Notícias


Emprego na construção com maior crescimento dos últimos cinco anos
Data: Segunda-feira, 05 de Junho de 2017
Fonte: casayes.pt

O dinamismo do mercado imobiliário é apontado como "o grande responsável pela recuperação da atividade do setor da construção". 

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Emprego na construção com maior crescimento dos últimos cinco anos
Segunda-feira, 05 de Junho de 2017

O dinamismo do mercado imobiliário é apontado como "o grande responsável pela recuperação da atividade do setor da construção". 

O número de trabalhadores da construção aumentou 5,6%, para 303,7 mil, no primeiro trimestre deste ano. O setor registou, assim, “o melhor trimestre inicial dos últimos cinco anos” em termos de emprego, divulgou hoje a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (Fepicop). 
“O aumento do número de trabalhadores da construção neste período, mais 16 mil, representou 11% do acréscimo do emprego total da economia, o qual evoluiu de forma positiva até março: +3,2%. Verificaram-se igualmente sensíveis decréscimos no desemprego (-18,2%, em termos homólogos) e na taxa de desemprego que, ao descer para os 10,1%, atingiu o valor mais baixo desde o início de 2011”, destaca a federação em comunicado.
De acordo com a Fepicop, o ano 2016 já tinha encerrado com um crescimento de 4,5% do emprego no setor da construção. 
O dinamismo do mercado imobiliário é apontado como “o grande responsável pela recuperação da atividade do setor da construção”, sendo ainda referido o contributo positivo do mercado das obras públicas. 
Até final de abril registaram-se “crescimentos assinaláveis” nos valores dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidos (um aumento homólogo de 69%) e nos montantes dos contratos já celebrados (77% acima do registado nos quatro primeiros meses de 2016), ano em que se atingiram valores mínimos de investimento público.
“Ainda assim, estes sinais de recuperação indiciam que o investimento público poderá vir a acompanhar, já em 2017, a tendência positiva do investimento privado”, nota. 
Para a federação, estes últimos números “demonstram que a construção está a desempenhar um papel relevante na recuperação da economia” e “a consolidação do crescimento evidenciado no primeiro trimestre, com a economia a crescer 2,8% em termos homólogos, pressupõe a recuperação sentida no setor da construção”.

O número de trabalhadores da construção aumentou 5,6%, para 303,7 mil, no primeiro trimestre deste ano. O setor registou, assim, “o melhor trimestre inicial dos últimos cinco anos” em termos de emprego, divulgou hoje a Federação Portuguesa da Indústria da Construção e Obras Públicas (Fepicop). 

“O aumento do número de trabalhadores da construção neste período, mais 16 mil, representou 11% do acréscimo do emprego total da economia, o qual evoluiu de forma positiva até março: +3,2%. Verificaram-se igualmente sensíveis decréscimos no desemprego (-18,2%, em termos homólogos) e na taxa de desemprego que, ao descer para os 10,1%, atingiu o valor mais baixo desde o início de 2011”, destaca a federação em comunicado.

De acordo com a Fepicop, o ano 2016 já tinha encerrado com um crescimento de 4,5% do emprego no setor da construção. 

O dinamismo do mercado imobiliário é apontado como “o grande responsável pela recuperação da atividade do setor da construção”, sendo ainda referido o contributo positivo do mercado das obras públicas. 

Até final de abril registaram-se “crescimentos assinaláveis” nos valores dos concursos de empreitadas de obras públicas promovidos (um aumento homólogo de 69%) e nos montantes dos contratos já celebrados (77% acima do registado nos quatro primeiros meses de 2016), ano em que se atingiram valores mínimos de investimento público.

“Ainda assim, estes sinais de recuperação indiciam que o investimento público poderá vir a acompanhar, já em 2017, a tendência positiva do investimento privado”, nota. 

Para a federação, estes últimos números “demonstram que a construção está a desempenhar um papel relevante na recuperação da economia” e “a consolidação do crescimento evidenciado no primeiro trimestre, com a economia a crescer 2,8% em termos homólogos, pressupõe a recuperação sentida no setor da construção”.


Wall Street Journal diz que Portugal é uma estrela na zona euro
Data: Sexta-feira, 02 de Junho de 2017
Fonte: casayes.pt

O jornal norte-americano revela que Portugal, na periferia da Europa, emerge como uma estrela no mercado de obrigações da Zona Euro. O mercado imobiliário também é elogiado.

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Wall Street Journal diz que Portugal é uma estrela na zona euro
Sexta-feira, 02 de Junho de 2017

O jornal norte-americano revela que Portugal, na periferia da Europa, emerge como uma estrela no mercado de obrigações da Zona Euro. O mercado imobiliário também é elogiado.

O desempenho da economia portuguesa leva a que o artigo do Wall Street Journal escreva que: O  rally nas obrigações da zona euro estão a revelar uma "estrela surpreendente": Portugal.
Também os juros das obrigações portuguesas a 10 anos negociaram esta terça-feira em 3,092% no mercado secundário, o valor mais baixo em oito meses e que compara com os 4,3% atingidos em fevereiro. A longo prazo, a diferença é ainda maior. No pico da crise da dívida soberana, em 2012, as yields das obrigações benchmark alcançaram os 16%.
"Os factos sugerem que já passaram pelo período de maior sofrimento", revela Steven Andrew, gestor de fundos da M&G Investments.
Apesar do clima de confiança, o Wall Street Journal afirma que Portugal continua a ser um dos links mais fracos na Europa, lembrando que apenas uma das quatro principais agências de rating mantém a avaliação da dívida pública portuguesa acima do nível de lixo. Sem essa avaliação, Portugal perderia o acesso ao programa de compra de activos do Banco Central Europeu (BCE).
Mesmo assim, a recente recomendação da Comissão Europeia que Portugal abandone o Procedimento por Défice Excessivo tem aumentado as esperanças do Governo que as agências comecem a rever em alta os ratings.
"Demorou uma década, quase uma década, para corrigir os erros da última década", afirmou ainda Carlos Moedas, comissário europeu da investigação, ciência e inovação e ex-ministro português.
Numa análise muito completa ao comportamento da economia portuguesa, o jornal norte-americano refere ainda que os preços imobiliários em cidades como Lisboa e Porto estão em ascensão. 

O desempenho da economia portuguesa leva a que o artigo do Wall Street Journal escreva que: O  rally nas obrigações da zona euro estão a revelar uma "estrela surpreendente": Portugal.

Também os juros das obrigações portuguesas a 10 anos negociaram esta terça-feira em 3,092% no mercado secundário, o valor mais baixo em oito meses e que compara com os 4,3% atingidos em fevereiro. A longo prazo, a diferença é ainda maior. No pico da crise da dívida soberana, em 2012, as yields das obrigações benchmark alcançaram os 16%.

"Os factos sugerem que já passaram pelo período de maior sofrimento", revela Steven Andrew, gestor de fundos da M&G Investments.

Apesar do clima de confiança, o Wall Street Journal afirma que Portugal continua a ser um dos links mais fracos na Europa, lembrando que apenas uma das quatro principais agências de rating mantém a avaliação da dívida pública portuguesa acima do nível de lixo. Sem essa avaliação, Portugal perderia o acesso ao programa de compra de activos do Banco Central Europeu (BCE).

Mesmo assim, a recente recomendação da Comissão Europeia que Portugal abandone o Procedimento por Défice Excessivo tem aumentado as esperanças do Governo que as agências comecem a rever em alta os ratings.

"Demorou uma década, quase uma década, para corrigir os erros da última década", afirmou ainda Carlos Moedas, comissário europeu da investigação, ciência e inovação e ex-ministro português.

Numa análise muito completa ao comportamento da economia portuguesa, o jornal norte-americano refere ainda que os preços imobiliários em cidades como Lisboa e Porto estão em ascensão. 


33,3 mil milhões de euros foi o investimento estrangeiro em imobiliário português em 2016
Data: Quinta-feira, 01 de Junho de 2017
Fonte: casayes.pt

Um valor recorde e onde os franceses, brasileiros e chineses foram os principais investidores. Os imóveis de luxo, no centro de Lisboa, foram os ativos preferidos destes investidores.

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33,3 mil milhões de euros foi o investimento estrangeiro em imobiliário português em 2016
Quinta-feira, 01 de Junho de 2017

Um valor recorde e onde os franceses, brasileiros e chineses foram os principais investidores. Os imóveis de luxo, no centro de Lisboa, foram os ativos preferidos destes investidores.

Preços competitivos, potencial de bom retorno através de posterior arrendamento, benefícios fiscais e programas como a Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI), aliados ao clima, hospitalidade e segurança, estão entre as principais vantagens competitivas de Portugal face aos seus concorrentes. Apesar destes indicadores, a acentuada e contínua inflação dos preços dos imóveis, associada ao atraso na renovação e concessão de ARI (“Vistos Gold”) e, também, a desconfiança dos investidores relativamente à política fiscal do atual governo, são ameaças que pairam sobre o setor e a economia nacional, em geral.
Estas são alguns dos temas a serem debatidos na conferência, “O sector imobiliário enquanto alavanca do crescimento económico em Portugal”, organizada pela Quintela & Penalva – Real Estate, uma consultora imobiliária especializada em imóveis premium para o segmento médio-alto e alto, no próximo dia 1 de junho, no hotel Ritz .
A iniciativa insere-se no âmbito das comemorações do 13.º aniversário da empresa e inclui uma mesa redonda sobre o tema “A importância do Sector Imobiliário para a captação de Investimento Direto Estrangeiro”, com o objetivo de debater os desafios para a consolidação do crescimento do setor e as melhores estratégias para a atração de novos investidores. O evento inclui, ainda, a apresentação dos resultados financeiros da consultora e do seu plano estratégico para o biénio 2017/2018.

Preços competitivos, potencial de bom retorno através de posterior arrendamento, benefícios fiscais e programas como a Autorização de Residência para Atividade de Investimento (ARI), aliados ao clima, hospitalidade e segurança, estão entre as principais vantagens competitivas de Portugal face aos seus concorrentes. Apesar destes indicadores, a acentuada e contínua inflação dos preços dos imóveis, associada ao atraso na renovação e concessão de ARI (“Vistos Gold”) e, também, a desconfiança dos investidores relativamente à política fiscal do atual governo, são ameaças que pairam sobre o setor e a economia nacional, em geral.

Estas são alguns dos temas a serem debatidos na conferência, “O sector imobiliário enquanto alavanca do crescimento económico em Portugal”, organizada pela Quintela & Penalva – Real Estate, uma consultora imobiliária especializada em imóveis premium para o segmento médio-alto e alto, no próximo dia 1 de junho, no hotel Ritz .

A iniciativa insere-se no âmbito das comemorações do 13.º aniversário da empresa e inclui uma mesa redonda sobre o tema “A importância do Sector Imobiliário para a captação de Investimento Direto Estrangeiro”, com o objetivo de debater os desafios para a consolidação do crescimento do setor e as melhores estratégias para a atração de novos investidores. O evento inclui, ainda, a apresentação dos resultados financeiros da consultora e do seu plano estratégico para o biénio 2017/2018.