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Protocolo de cooperação - Câmara Municipal da Maia e APEMIP
Reflexão sobre a Evolução no Mercado de Arrendamento Urbano em Portugal
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Salão Imobiliário de Portugal - SIL2012
CIMLOP - Reunião de Outono e Rodada de Negócios 2012
1º Encontro Nacional da Construção e do Imobiliário
Assinatura de Protocolo APEMIP - ICJP | Conferência Reabilitação Urbana e Arrendamento
Conferência Temática - Combate ao Branqueamento de Capitais - Porto, Março 2012
CIMLOP em Moçambique - Reunião de Direçao e Rodada de Negócios
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CIMLOP - Reunião de Outono / Rodada de Negócios
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Resolução do Conselho de Ministros 2011
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Donativos APEMIP Solidária 2010
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APEMIP no Salão Imobiliário de Portugal 2010
Reunião da FIABCI 2010

Notícias


Preço das rendas é o dobro do que as famílias querem pagar
Data: Terça-feira, 13 de Setembro de 2016
Fonte: casayes.pt

Mercado de arrendamento está a encolher, mas os preços não e proprietários notam subida no incumprimento. 

Mercado de arrendamento está a encolher, mas os preços não e proprietários notam subida no incumprimento. 

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Preço das rendas é o dobro do que as famílias querem pagar
Terça-feira, 13 de Setembro de 2016

Mercado de arrendamento está a encolher, mas os preços não e proprietários notam subida no incumprimento. 

Mercado de arrendamento está a encolher, mas os preços não e proprietários notam subida no incumprimento. 

A quebra na oferta de casas para arrendar não tem dados tréguas aos preços, sobretudo em Lisboa e no Porto, onde os valores praticados são, em média, o dobro do que as famílias estariam disponíveis para pagar.
Quem está no mercado, dá conta da rapidez com que as casas disponíveis são alugadas, mas os senhorios notam que o incumprimento está a aumentar. 
Até ao início deste ano, a Associação Nacional de Proprietários recebia entre quatro a cinco pedidos de ajuda por parte dos seus associados para notificar inquilinos com rendas em atraso. 
De há seis meses para cá, afirma o seu presidente, António Frias Marques, tem-se observado “um pico” no incumprimento, o que está a fazer com que neste mês de setembro, o número de notificações diárias tenha ascendido às duas dezenas. 
“Estamos a falar de rendas com atrasos entre dois e quatro meses”, observa ao DN/Dinheiro Vivo António Frias Marques, acentuando que esta atitude acompanha o facto de as pessoas acreditarem que não lhes vai acontecer nada com as mudanças no arrendamento e nos despejos. 
Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), não estranha que o incumprimento esteja a subir. “As rendas praticadas estão em média 30% acima do valor”, afirma, acentuando a forte discrepância entre os valores da oferta e da procura. Segundo um estudo da APEMIP, o concelho de Lisboa, o valor médio das ofertas de casas disponíveis pede 1201 euros de renda mensais mas quem as procura afirma ter disponibilidade para pagar entre 393 e 612 euros. No Porto os valores são idênticos variando entre os 1185 da oferta e os 311 a 555 da procura. 
Por trás deste desfasamento está a quebra na oferta que Luís Lima diz estar a observar desde há 2 anos e que justifica pelo facto de as rendas elevadas terem de novo empurrado as pessoas para a compra de casa – que aproveitam a maior disponibilidade de acesso ao crédito. Em junho, os bancos concederam 587 milhões de euros em crédito à habitação. Ricardo Guimarães, do Confidencial Imobiliário, acentua que o índice de preços (medido pelo CI) avançou 2,4% em 2015, a nível nacional (em Lisboa a subida foi de 9%) e que este ano se está a registar tendência idêntica. 
Nuno Gomes, da Remax, nota que a procura de casas para arrendar continua forte e que há casas que “desaparecem em poucas horas” depois de colocada a oferta. Mas considera que os preços estão elevados, e que por esse motivo, há cada vez mais pessoas, sobretudo jovens, a optar por alugar apenas um quarto. “O lençol do arrendamento residencial encolheu e ficou mais caro”, refere. 
Luxo a subir
A subir, ainda que a um ritmo mais reduzido porque o mercado é também mais pequeno, está o segmento das casas de luxo. “Hoje em dia há também procura neste segmento, até os jogadores de futebol arrendam em vez de comprar”, refere Luís Lima, ilustrando com o exemplo de um jogador de um dos grandes clubes nacionais. Nuno Gomes acrescenta que se trata de um tipo de mercado ainda procurado por empresas para quadros superiores e também por “casais estrangeiros que querem mudar-se para cá e experimentam primeiro alugar uma casa, antes de comprar”. 
Apesar dos preços, quem tem este tipo de casas para arrendar acaba por conseguir fechar o negócio com rapidez. Que o diga Sofia que tem uma casa na linha de Cascais alugada há cerca de dois anos por 2 mil euros por mês. “Foi arrendada mal a coloquei no mercado e quando o primeiro inquilino saiu, não chegou a estar um mês vazia.” 
Perante toda esta dinâmica do mercado, a taxa de inflação que serve de referência à atualização das rendas em 2017 passou praticamente despercebida. Em agosto, a taxa de inflação média dos últimos 12 meses sem habitação foi de 0,54%, segundo revelou ontem o Instituto Nacional de Estatística. 

A quebra na oferta de casas para arrendar não tem dados tréguas aos preços, sobretudo em Lisboa e no Porto, onde os valores praticados são, em média, o dobro do que as famílias estariam disponíveis para pagar.

Quem está no mercado, dá conta da rapidez com que as casas disponíveis são alugadas, mas os senhorios notam que o incumprimento está a aumentar. 

Até ao início deste ano, a Associação Nacional de Proprietários recebia entre quatro a cinco pedidos de ajuda por parte dos seus associados para notificar inquilinos com rendas em atraso. 

De há seis meses para cá, afirma o seu presidente, António Frias Marques, tem-se observado “um pico” no incumprimento, o que está a fazer com que neste mês de setembro, o número de notificações diárias tenha ascendido às duas dezenas. 

“Estamos a falar de rendas com atrasos entre dois e quatro meses”, observa ao DN/Dinheiro Vivo António Frias Marques, acentuando que esta atitude acompanha o facto de as pessoas acreditarem que não lhes vai acontecer nada com as mudanças no arrendamento e nos despejos. 

Luís Lima, presidente da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), não estranha que o incumprimento esteja a subir. “As rendas praticadas estão em média 30% acima do valor”, afirma, acentuando a forte discrepância entre os valores da oferta e da procura. Segundo um estudo da APEMIP, o concelho de Lisboa, o valor médio das ofertas de casas disponíveis pede 1201 euros de renda mensais mas quem as procura afirma ter disponibilidade para pagar entre 393 e 612 euros. No Porto os valores são idênticos variando entre os 1185 da oferta e os 311 a 555 da procura. 

Por trás deste desfasamento está a quebra na oferta que Luís Lima diz estar a observar desde há 2 anos e que justifica pelo facto de as rendas elevadas terem de novo empurrado as pessoas para a compra de casa – que aproveitam a maior disponibilidade de acesso ao crédito. Em junho, os bancos concederam 587 milhões de euros em crédito à habitação. Ricardo Guimarães, do Confidencial Imobiliário, acentua que o índice de preços (medido pelo CI) avançou 2,4% em 2015, a nível nacional (em Lisboa a subida foi de 9%) e que este ano se está a registar tendência idêntica. 

Nuno Gomes, da Remax, nota que a procura de casas para arrendar continua forte e que há casas que “desaparecem em poucas horas” depois de colocada a oferta. Mas considera que os preços estão elevados, e que por esse motivo, há cada vez mais pessoas, sobretudo jovens, a optar por alugar apenas um quarto. “O lençol do arrendamento residencial encolheu e ficou mais caro”, refere. 

Luxo a subir

A subir, ainda que a um ritmo mais reduzido porque o mercado é também mais pequeno, está o segmento das casas de luxo. “Hoje em dia há também procura neste segmento, até os jogadores de futebol arrendam em vez de comprar”, refere Luís Lima, ilustrando com o exemplo de um jogador de um dos grandes clubes nacionais. Nuno Gomes acrescenta que se trata de um tipo de mercado ainda procurado por empresas para quadros superiores e também por “casais estrangeiros que querem mudar-se para cá e experimentam primeiro alugar uma casa, antes de comprar”. 

Apesar dos preços, quem tem este tipo de casas para arrendar acaba por conseguir fechar o negócio com rapidez. Que o diga Sofia que tem uma casa na linha de Cascais alugada há cerca de dois anos por 2 mil euros por mês. “Foi arrendada mal a coloquei no mercado e quando o primeiro inquilino saiu, não chegou a estar um mês vazia.” 

Perante toda esta dinâmica do mercado, a taxa de inflação que serve de referência à atualização das rendas em 2017 passou praticamente despercebida. Em agosto, a taxa de inflação média dos últimos 12 meses sem habitação foi de 0,54%, segundo revelou ontem o Instituto Nacional de Estatística. 


Euribor recuam a 6, 9 e 12 meses
Data: Quarta-feira, 07 de Setembro de 2016
Fonte: casayes.pt

As taxas Euribor recuaram hoje nos prazos a seis, nove e 12 meses, e mantiveram-se inalteradas a três meses face à sessão anterior.

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Euribor recuam a 6, 9 e 12 meses
Quarta-feira, 07 de Setembro de 2016

As taxas Euribor recuaram hoje nos prazos a seis, nove e 12 meses, e mantiveram-se inalteradas a três meses face à sessão anterior.

A Euribor a três meses, referencial para o crédito às empresas, que se mantém em valores negativos desde 21 de Abril de 2015, manteve-se hoje inalterada nos -0,303%, face a terça-feira.
No prazo a seis meses, a taxa a mais usada para o crédito à habitação, que entrou em terreno negativo pela primeira vez a 6 de Novembro passado, recuou também 0,001 pontos para -0,198%, superando o mínimo de sempre de -0,197% registado ontem.
A nove meses, a Euribor recuou hoje 0,006 pontos para -0,129, um novo mínimo de sempre desde 10 de Julho, data em que se fixou nos -0,130%.
No prazo a 12 meses, a Euribor, que desceu para valores abaixo de zero pela primeira vez em 5 de Fevereiro passado, recuou 0,005 pontos para -0,059%, face à sessão anterior, depois de ter atingido o mínimo de sempre de -0,063%, pela primeira vez em 07 de julho.
As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.

A Euribor a três meses, referencial para o crédito às empresas, que se mantém em valores negativos desde 21 de Abril de 2015, manteve-se hoje inalterada nos -0,303%, face a terça-feira.

No prazo a seis meses, a taxa a mais usada para o crédito à habitação, que entrou em terreno negativo pela primeira vez a 6 de Novembro passado, recuou também 0,001 pontos para -0,198%, superando o mínimo de sempre de -0,197% registado ontem.

A nove meses, a Euribor recuou hoje 0,006 pontos para -0,129, um novo mínimo de sempre desde 10 de Julho, data em que se fixou nos -0,130%.

No prazo a 12 meses, a Euribor, que desceu para valores abaixo de zero pela primeira vez em 5 de Fevereiro passado, recuou 0,005 pontos para -0,059%, face à sessão anterior, depois de ter atingido o mínimo de sempre de -0,063%, pela primeira vez em 07 de julho.

As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 57 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.


Fundo Nacional de Reabilitação criado até ao final de Outubro
Data: Sexta-feira, 02 de Setembro de 2016
Fonte: casayes.pt

Resolução foi hoje publicada em Diário da República.

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Fundo Nacional de Reabilitação criado até ao final de Outubro
Sexta-feira, 02 de Setembro de 2016

Resolução foi hoje publicada em Diário da República.

O Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado arranca até 31 de Outubro. De acordo com a resolução hoje publicada em Diário da República, o Governo tem agora dois meses para criar o veículo que terá como principal missão reabilitar edifícios públicos e privados de forma a promover arrendamento a preços acessíveis. A Fundiestamo, sociedade gestora de fundos de investimento imobiliário, detida integralmente pelo Estado, será responsável pela gestão.
O FNRE foi apresentado pelo Governo em Abril e terá a forma de um fundo especial de investimento imobiliário orientado para o desenvolvimento e a concretização de projectos de reabilitação de imóveis e para a promoção do arrendamento, tendo em vista a regeneração urbana e o repovoamento dos centros urbanos.
Com esta iniciativa o Governo pretende promover o acesso à habitação, em particular, à classe média, através de uma política de preços acessível, além de apoiar e dinamizar o comércio de proximidade, em particular o comércio tradicional.
Numa primeira fase os imóveis detidos pelo fundo serão provenientes de entidades públicas, da administração central e autarquias, embora os investidores privados possam também candidatar-se. O fundo irá receber imóveis a necessitar de reabilitação e cujos proprietários não consigam suportar os custos, desde que os mesmos garantam a viabilidade do investimento.
O modelo de funcionamento do FNRE consiste na entrega de unidades de participação do fundo ao proprietário, no valor correspondente à avaliação independente que será feita ao imóvel. Quem investir com dinheiro, como será o caso da Segurança Social, receberá também unidades de participação. Este modelo prevê entradas simultâneas em espécie e em capital de forma a garantir a adequada capitalização. O fundo será financiado através programas de apoio à reabilitação urbana, além da liquidez injectada por fundos e pela banca.
As receitas do fundo serão provenientes das rendas pagas pelos arrendatários, e também possíveis alienações dos imóveis, e serão distribuídas aos investidores sob a forma de dividendos esperando-se rentabilidades entre os 3% e os 4%.
Os imóveis ficarão sob gestão do fundo por um período entre 10 a 15 anos tendo os proprietários a prioridade na aquisição do imóvel no final do prazo desde que na entrega do mesmo tenha sido contratada uma opção de compra.

O Fundo Nacional de Reabilitação do Edificado arranca até 31 de Outubro. De acordo com a resolução hoje publicada em Diário da República, o Governo tem agora dois meses para criar o veículo que terá como principal missão reabilitar edifícios públicos e privados de forma a promover arrendamento a preços acessíveis. A Fundiestamo, sociedade gestora de fundos de investimento imobiliário, detida integralmente pelo Estado, será responsável pela gestão.

O FNRE foi apresentado pelo Governo em Abril e terá a forma de um fundo especial de investimento imobiliário orientado para o desenvolvimento e a concretização de projectos de reabilitação de imóveis e para a promoção do arrendamento, tendo em vista a regeneração urbana e o repovoamento dos centros urbanos.

Com esta iniciativa o Governo pretende promover o acesso à habitação, em particular, à classe média, através de uma política de preços acessível, além de apoiar e dinamizar o comércio de proximidade, em particular o comércio tradicional.

Numa primeira fase os imóveis detidos pelo fundo serão provenientes de entidades públicas, da administração central e autarquias, embora os investidores privados possam também candidatar-se. O fundo irá receber imóveis a necessitar de reabilitação e cujos proprietários não consigam suportar os custos, desde que os mesmos garantam a viabilidade do investimento.

O modelo de funcionamento do FNRE consiste na entrega de unidades de participação do fundo ao proprietário, no valor correspondente à avaliação independente que será feita ao imóvel. Quem investir com dinheiro, como será o caso da Segurança Social, receberá também unidades de participação. Este modelo prevê entradas simultâneas em espécie e em capital de forma a garantir a adequada capitalização. O fundo será financiado através programas de apoio à reabilitação urbana, além da liquidez injectada por fundos e pela banca.

As receitas do fundo serão provenientes das rendas pagas pelos arrendatários, e também possíveis alienações dos imóveis, e serão distribuídas aos investidores sob a forma de dividendos esperando-se rentabilidades entre os 3% e os 4%.

Os imóveis ficarão sob gestão do fundo por um período entre 10 a 15 anos tendo os proprietários a prioridade na aquisição do imóvel no final do prazo desde que na entrega do mesmo tenha sido contratada uma opção de compra.



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