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Notícias


Garcia, Garcia selecionada pela Eurocast para projeto de referência em Portugal
Data: Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016
Fonte: casayes.pt

Garcia, Garcia assina projeto chave-na-mão da segunda unidade industrial da multinacional francesa em Portugal, com uma área de produção de mais de 21.000 m2. Com um investimento global de 50 milhões de euros, o Grupo GMD irá criar 170 postos de trabalho em Estarreja. É o segundo projeto chave-na-mão da Garcia, Garcia para a Eurocast – Grupo GMD e o terceiro da multinacional francesa em Portugal.

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Garcia, Garcia selecionada pela Eurocast para projeto de referência em Portugal
Sexta-feira, 26 de Agosto de 2016

Garcia, Garcia assina projeto chave-na-mão da segunda unidade industrial da multinacional francesa em Portugal, com uma área de produção de mais de 21.000 m2. Com um investimento global de 50 milhões de euros, o Grupo GMD irá criar 170 postos de trabalho em Estarreja. É o segundo projeto chave-na-mão da Garcia, Garcia para a Eurocast – Grupo GMD e o terceiro da multinacional francesa em Portugal.

Nove meses apenas após ter concluído a primeira unidade em Arcos de Valdevez, a construtora nacional especializada na conceção e execução de edifícios industriais e logísticos está a construir no Eco-Parque Empresarial de Estarreja a maior fábrica do Grupo GMD e um projeto de referência no seu universo distribuído por nove países. Em menos de um ano, a Eurocast investe cerca de 65 milhões de euros (M€) na economia nacional e cria 240 postos de trabalho diretos. 
Em ambas as unidades a participação da Garcia, Garcia iniciou-se logo na identificação e seleção da localização, na qual interveio ativamente, assinando ainda os projetos de arquitetura e engenharias, além da execução. Só no último ano, a construtoradesenvolveu projetos chave-na-mão para vários investimentos estrangeiros no país – dois para a Eurocast e um para a multinacional brasileira WEG, em Santo Tirso. Além disso construiu o Centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) de Aveiro da (alemã) Bosch Termotecnologia e a ampliação da nipónica Uchiyama. 
Tal como na fábrica de Arcos de Valdevez, que arrancou com a produção em setembro do ano passado, e que representou um investimento superior a 15 M€ e a criação de mais de 70 empregos, a unidade de Estarreja será uma fundição injetada de alumínio para componentes automóveis, cuja produção terá igualmente como destino a indústria automóvel nacional e internacional. 
Com forte implementação em França e presença em mais oito países – Portugal, Espanha, Alemanha, Roménia, Eslováquia, Rússia, Marrocos e China – o Grupo GMD é líder no mercado europeu no processamento de metal plano de corte e estampagem, na produção de peças de injeção de plástico e termoformagem, na fundição de alumínio e na fabricação de vedações estáticas e dinâmicas. Com um volume de negócios de 650 M€ e uma força de trabalho de 3.700 pessoas distribuída por 30 localizações, visa com as novas instalações de Estarreja reforçar a capacidade produtiva para fazer face ao crescimento no mercado que tem vindo a evidenciar.  
Maior unidade do Grupo GMD 
Com conclusão prevista para dezembro deste ano, a multinacional francesa investe cerca de 50 M€ naquela que será a sua maior unidade industrial em todo o mundo. Com uma área produtiva de mais de 21.000m2, prevê criar em Estarreja cerca de 170 postos de trabalho diretos.
Uma vez mais a escolha para a conceção e construção do edifício industrial recaiu sobre a Garcia, Garcia, “pelo seu elevado grau de especialização neste tipo de unidades, e cumprimento de prazos que, neste tipo de construção, são sempre muito rigorosos, já que uma derrapagem mínima redunda em perdas de milhares de euros”, como avança a administração da Garcia, Garcia. 
12.000 m2 de área de produção construídos em três meses
Tendo iniciado os trabalhos de construção este ano, a Garcia, Garcia teve de concluir em apenas três meses 12.000 m2 da área de produção. “Para corresponder às necessidades operacionais e produtivas da Eurocast era um pré-requisito da obra este prazo de execução para a área de implementação de maquinagem, de modo a arrancarem os testes de produção. A restante zona de produção terá de estar concluída em outubro”, justifica a administração da empresa.
Para concretizar este grande desafio da construção, foi definida uma solução estrutural em betão, sendo que, de forma a acelerar os processos construtivos, e, assim, promover a rapidez da implementação estrutural da obra, toda a zona de produção será construída com recurso a estruturas de betão pré-fabricado.
Além disso, para permitir a maximização da área útil interior e a eliminação de obstáculos físicos estruturais nesta parte da área de produção, potenciando a flexibilidade e adaptabilidade do layout industrial às necessidades da empresa, foram definidos apenas nove pilares interiores (malha estrutural de 25x33). Por outro lado, a restante área produtiva (9.000 m2) foi preparada para receber pontes rolantes de elevada capacidade.
O rigor do processo e o equipamento produtivo exigiu uma extensa rede de galerias técnicas subterrâneas com sete metros de profundidade e 680 metros de extensão. “Estas galerias foram concebidas para enquadrar todas as redes técnicas e infraestruturas de suporte à produção, assim como um inovador sistema de recolha e encaminhamento automático de matéria-prima não aproveitada para reutilização”, descreve a administração da Garcia, Garcia, que realça ainda: “Esta última solução de construção evidencia uma conceção que visa minimizar a pegada ambiental e incrementar a eficiência energética da unidade industrial”. Ainda neste domínio, destacam-se as soluções previstas para isolamentos térmicos e acústicos de elevada performance, sistemas de iluminação tipo LED e promoção de iluminação zenital. A unidade industrial será também equipada com um avançado sistema de gestão de resíduos e estações de tratamento de efluentes próprias.
O edifício desenvolve-se em três áreas funcionais distintas: social e administrativa, produtiva e técnica. Localizada no piso térreo, a zona de produção industrial subdivide-se numa área de 9.000m2 onde serão implementadas prensas e numa outra de 12.000m2, já concluída, para maquinagem. Funcionalmente operam num único espaço, apenas com compartimentações para espaços técnicos e pequenos gabinetes de apoio.
Por sua vez, o bloco social e administrativo, localizado a norte da unidade, organiza-se em duas áreas distintas: administrativa e social, distribuídas por dois pisos. Esta organização, definida em fase de projeto, permite a sectorização funcional do edifício, com duas entradas distintas, promovendo a funcionalidade e adequação dos espaços.
Dados do projeto 
Localização: Eco-Parque Empresarial de Estarreja 
Projeto e Construção: Garcia, Garcia 
Prazo de Execução: 10 meses (3 meses para 12.000 m2 da área produtiva) 
Terreno: 85.000 m2 
Área de Implantação: 20.695 m2 
Área total de construção: 23.618 m2 
Área Produção: 21.426 m2 
Área Administrativa e Social: 1.602m2 
Área Técnica: 590 m2

Nove meses apenas após ter concluído a primeira unidade em Arcos de Valdevez, a construtora nacional especializada na conceção e execução de edifícios industriais e logísticos está a construir no Eco-Parque Empresarial de Estarreja a maior fábrica do Grupo GMD e um projeto de referência no seu universo distribuído por nove países. Em menos de um ano, a Eurocast investe cerca de 65 milhões de euros (M€) na economia nacional e cria 240 postos de trabalho diretos. 

Em ambas as unidades a participação da Garcia, Garcia iniciou-se logo na identificação e seleção da localização, na qual interveio ativamente, assinando ainda os projetos de arquitetura e engenharias, além da execução. Só no último ano, a construtoradesenvolveu projetos chave-na-mão para vários investimentos estrangeiros no país – dois para a Eurocast e um para a multinacional brasileira WEG, em Santo Tirso. Além disso construiu o Centro de Investigação e Desenvolvimento (I&D) de Aveiro da (alemã) Bosch Termotecnologia e a ampliação da nipónica Uchiyama. 

Tal como na fábrica de Arcos de Valdevez, que arrancou com a produção em setembro do ano passado, e que representou um investimento superior a 15 M€ e a criação de mais de 70 empregos, a unidade de Estarreja será uma fundição injetada de alumínio para componentes automóveis, cuja produção terá igualmente como destino a indústria automóvel nacional e internacional. 

Com forte implementação em França e presença em mais oito países – Portugal, Espanha, Alemanha, Roménia, Eslováquia, Rússia, Marrocos e China – o Grupo GMD é líder no mercado europeu no processamento de metal plano de corte e estampagem, na produção de peças de injeção de plástico e termoformagem, na fundição de alumínio e na fabricação de vedações estáticas e dinâmicas. Com um volume de negócios de 650 M€ e uma força de trabalho de 3.700 pessoas distribuída por 30 localizações, visa com as novas instalações de Estarreja reforçar a capacidade produtiva para fazer face ao crescimento no mercado que tem vindo a evidenciar.

 

Maior unidade do Grupo GMD 

Com conclusão prevista para dezembro deste ano, a multinacional francesa investe cerca de 50 M€ naquela que será a sua maior unidade industrial em todo o mundo. Com uma área produtiva de mais de 21.000m2, prevê criar em Estarreja cerca de 170 postos de trabalho diretos.

Uma vez mais a escolha para a conceção e construção do edifício industrial recaiu sobre a Garcia, Garcia, “pelo seu elevado grau de especialização neste tipo de unidades, e cumprimento de prazos que, neste tipo de construção, são sempre muito rigorosos, já que uma derrapagem mínima redunda em perdas de milhares de euros”, como avança a administração da Garcia, Garcia. 

12.000 m2 de área de produção construídos em três meses

Tendo iniciado os trabalhos de construção este ano, a Garcia, Garcia teve de concluir em apenas três meses 12.000 m2 da área de produção. “Para corresponder às necessidades operacionais e produtivas da Eurocast era um pré-requisito da obra este prazo de execução para a área de implementação de maquinagem, de modo a arrancarem os testes de produção. A restante zona de produção terá de estar concluída em outubro”, justifica a administração da empresa.

Para concretizar este grande desafio da construção, foi definida uma solução estrutural em betão, sendo que, de forma a acelerar os processos construtivos, e, assim, promover a rapidez da implementação estrutural da obra, toda a zona de produção será construída com recurso a estruturas de betão pré-fabricado.

Além disso, para permitir a maximização da área útil interior e a eliminação de obstáculos físicos estruturais nesta parte da área de produção, potenciando a flexibilidade e adaptabilidade do layout industrial às necessidades da empresa, foram definidos apenas nove pilares interiores (malha estrutural de 25x33). Por outro lado, a restante área produtiva (9.000 m2) foi preparada para receber pontes rolantes de elevada capacidade.

O rigor do processo e o equipamento produtivo exigiu uma extensa rede de galerias técnicas subterrâneas com sete metros de profundidade e 680 metros de extensão. “Estas galerias foram concebidas para enquadrar todas as redes técnicas e infraestruturas de suporte à produção, assim como um inovador sistema de recolha e encaminhamento automático de matéria-prima não aproveitada para reutilização”, descreve a administração da Garcia, Garcia, que realça ainda: “Esta última solução de construção evidencia uma conceção que visa minimizar a pegada ambiental e incrementar a eficiência energética da unidade industrial”. Ainda neste domínio, destacam-se as soluções previstas para isolamentos térmicos e acústicos de elevada performance, sistemas de iluminação tipo LED e promoção de iluminação zenital. A unidade industrial será também equipada com um avançado sistema de gestão de resíduos e estações de tratamento de efluentes próprias.

O edifício desenvolve-se em três áreas funcionais distintas: social e administrativa, produtiva e técnica. Localizada no piso térreo, a zona de produção industrial subdivide-se numa área de 9.000m2 onde serão implementadas prensas e numa outra de 12.000m2, já concluída, para maquinagem. Funcionalmente operam num único espaço, apenas com compartimentações para espaços técnicos e pequenos gabinetes de apoio.

Por sua vez, o bloco social e administrativo, localizado a norte da unidade, organiza-se em duas áreas distintas: administrativa e social, distribuídas por dois pisos. Esta organização, definida em fase de projeto, permite a sectorização funcional do edifício, com duas entradas distintas, promovendo a funcionalidade e adequação dos espaços.

Dados do projeto 

Localização: Eco-Parque Empresarial de Estarreja 

Projeto e Construção: Garcia, Garcia 

Prazo de Execução: 10 meses (3 meses para 12.000 m2 da área produtiva) 

Terreno: 85.000 m2 

Área de Implantação: 20.695 m2 

Área total de construção: 23.618 m2 

Área Produção: 21.426 m2 

Área Administrativa e Social: 1.602m2 

Área Técnica: 590 m2


Quase mil milhões de euros investidos em imobiliário português
Data: Quinta-feira, 25 de Agosto de 2016
Fonte: casayes.pt

O investimento em imobiliário comercial português atingiu cerca de 930,5 milhões de euros, o que representa uma quebra de 5,7% face a igual período de 2015 (ano recorde) mas ainda assim acima do volume médio de investimento da última década.

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Quase mil milhões de euros investidos em imobiliário português
Quinta-feira, 25 de Agosto de 2016

O investimento em imobiliário comercial português atingiu cerca de 930,5 milhões de euros, o que representa uma quebra de 5,7% face a igual período de 2015 (ano recorde) mas ainda assim acima do volume médio de investimento da última década.

De acordo com os dados divulgados hoje pela consultora Worx, a performance do mercado no período em análise deveu-se sobretudo às transacções de escritórios e de retalho que no seu conjunto representaram mais de 90% do volume investido, sendo que as operações de escritórios representaram aproximadamente 49%.
Comparativamente ao período homólogo, denota-se uma inversão de tendências, visto que em 2015 as operações de retalho representavam 67% do volume investido, com 4 operações com valores acima dos 100 milhões de euros, como foi o caso do Almada Fórum, Dolce Vita Tejo, Fórum Montijo e um portfolio de 12 supermercados da Sonae. O sector industrial/logístico continua a ter pouca expressão, sendo actualmente responsável por cerca de 5% do volume transaccionado.
O estudo revela igualmente que tal como aconteceu a nível europeu, os investidores internacionais foram responsáveis por sensivelmente 80% do volume de negócios do 1º semestre. Comparativamente ao primeiro semestre de 2015, os investidores ingleses, franceses e espanhóis reforçaram os seus investimentos em território nacional em detrimento dos investidores americanos, e alemães que reduziram o volume investido.
Prime yields estáveis
Já as prime yields têm vindo a registar uma compressão nos últimos tempos, contudo nestes primeiros seis meses, temos assistido a uma manutenção dos níveis registados no final de 2015, com excepção da prime yield de industrial/logística e da hotelaria que registaram uma diminuição. Esta tendência demonstra também a maturidade que o mercado nacional tem vindo a atingir. Até ao final do ano, é expectável que todos os segmentos possam registar ligeiras descidas, como consequência da procura existente.
As tendências para o segundo semestre do ano, segundo o Departamento de Capital Markets da Worx: “O volume de investimento estará bastante próximo do alcançado ao ano anterior pelas operações realizadas e contabilizando as que ocorrem neste momento. O bom momento do mercado continuará a pressionar a venda dos activos em carteira dos bancos e fundos imobiliários, esta situação poderá representar 590 milhões de euros, um acréscimo significativo para o volume anual. A reabilitação urbana continuará em voga e a atrair capital estrangeiro por via dos benefícios fiscais e Golden Visa, trunfos importantes para o mercado imobiliário português. As prime yields tendencialmente sofrerão uma ligeira descida, podendo ser mais acentuada nos segmentos de industrial/logística e hotelaria”.

De acordo com os dados divulgados hoje pela consultora Worx, a performance do mercado no período em análise deveu-se sobretudo às transacções de escritórios e de retalho que no seu conjunto representaram mais de 90% do volume investido, sendo que as operações de escritórios representaram aproximadamente 49%.

Comparativamente ao período homólogo, denota-se uma inversão de tendências, visto que em 2015 as operações de retalho representavam 67% do volume investido, com 4 operações com valores acima dos 100 milhões de euros, como foi o caso do Almada Fórum, Dolce Vita Tejo, Fórum Montijo e um portfolio de 12 supermercados da Sonae. O sector industrial/logístico continua a ter pouca expressão, sendo actualmente responsável por cerca de 5% do volume transaccionado.

O estudo revela igualmente que tal como aconteceu a nível europeu, os investidores internacionais foram responsáveis por sensivelmente 80% do volume de negócios do 1º semestre. Comparativamente ao primeiro semestre de 2015, os investidores ingleses, franceses e espanhóis reforçaram os seus investimentos em território nacional em detrimento dos investidores americanos, e alemães que reduziram o volume investido.

Prime yields estáveis

Já as prime yields têm vindo a registar uma compressão nos últimos tempos, contudo nestes primeiros seis meses, temos assistido a uma manutenção dos níveis registados no final de 2015, com excepção da prime yield de industrial/logística e da hotelaria que registaram uma diminuição. Esta tendência demonstra também a maturidade que o mercado nacional tem vindo a atingir. Até ao final do ano, é expectável que todos os segmentos possam registar ligeiras descidas, como consequência da procura existente.

As tendências para o segundo semestre do ano, segundo o Departamento de Capital Markets da Worx: “O volume de investimento estará bastante próximo do alcançado ao ano anterior pelas operações realizadas e contabilizando as que ocorrem neste momento. O bom momento do mercado continuará a pressionar a venda dos activos em carteira dos bancos e fundos imobiliários, esta situação poderá representar 590 milhões de euros, um acréscimo significativo para o volume anual. A reabilitação urbana continuará em voga e a atrair capital estrangeiro por via dos benefícios fiscais e Golden Visa, trunfos importantes para o mercado imobiliário português. As prime yields tendencialmente sofrerão uma ligeira descida, podendo ser mais acentuada nos segmentos de industrial/logística e hotelaria”.


Valores médios de vendas ultrapassaram os 116 mil euros
Data: Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016
Fonte: casayes.pt

A procura por imobiliário de luxo em Portugal continua a crescer e a despertar interesse de investidores de todo o Mundo. Lisboa está na moda e isso também acaba por se refletir na atividade das mediadoras, devido ao aumento da procura de casas para comprar nos primeiros seis meses do ano. Também a subida da concessão de crédito deu um empurrão a este mercado.

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Valores médios de vendas ultrapassaram os 116 mil euros
Quarta-feira, 24 de Agosto de 2016

A procura por imobiliário de luxo em Portugal continua a crescer e a despertar interesse de investidores de todo o Mundo. Lisboa está na moda e isso também acaba por se refletir na atividade das mediadoras, devido ao aumento da procura de casas para comprar nos primeiros seis meses do ano. Também a subida da concessão de crédito deu um empurrão a este mercado.

A Century 21 Portugal registou uma faturação de 11,3 milhões de euros, o que representa um crescimento de 33% em comparação com os 8,5 milhões de euros alcançados no período homólogo do ano anterior. O volume de negócios mediado pela rede nos primeiros seis meses de 2016 aumentou cerca de 38% para os 263,8 milhões de euros, face aos cerca de 192 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2015.
Ao todo foram realizadas 3561 transações de venda, que correspondem a um crescimento de 23% face às 2894 realizadas no mesmo período do ano anterior. Já o valor médio dos imóveis fixou-se nos 133,3 mil euros. As zonas de Lisboa e Linha de Sintra–Cascais registaram aumentos médios de 13% nos valores médios dos imóveis transacionados.
Já a faturação da ERA aumentou 37% nos primeiros seis meses do ano quando comparada com o primeiro semestre de 2015. Foram vendidos mais de 5500 imóveis, num total de 640 milhões de euros, com um preço médio de 116 464 euros. 
Apesar de Lisboa, Porto e Faro serem os distritos com maior peso na faturação (38%, 21% e 10%, respetivamente), Leiria, Setúbal e S. Miguel foram os distritos com maiores crescimentos (66%, 65,9% e 60,2%, respetivamente).
Um elevado poder de compra é uma das características dos compradores que optam pelos imóveis no centro da capital. Uma elevada percentagem é de nacionalidade estrangeira. S. P. P.

A Century 21 Portugal registou uma faturação de 11,3 milhões de euros, o que representa um crescimento de 33% em comparação com os 8,5 milhões de euros alcançados no período homólogo do ano anterior. O volume de negócios mediado pela rede nos primeiros seis meses de 2016 aumentou cerca de 38% para os 263,8 milhões de euros, face aos cerca de 192 milhões de euros registados no primeiro semestre de 2015.

Ao todo foram realizadas 3561 transações de venda, que correspondem a um crescimento de 23% face às 2894 realizadas no mesmo período do ano anterior. Já o valor médio dos imóveis fixou-se nos 133,3 mil euros. As zonas de Lisboa e Linha de Sintra–Cascais registaram aumentos médios de 13% nos valores médios dos imóveis transacionados.

Já a faturação da ERA aumentou 37% nos primeiros seis meses do ano quando comparada com o primeiro semestre de 2015. Foram vendidos mais de 5500 imóveis, num total de 640 milhões de euros, com um preço médio de 116 464 euros. 

Apesar de Lisboa, Porto e Faro serem os distritos com maior peso na faturação (38%, 21% e 10%, respetivamente), Leiria, Setúbal e S. Miguel foram os distritos com maiores crescimentos (66%, 65,9% e 60,2%, respetivamente).Um elevado poder de compra é uma das características dos compradores que optam pelos imóveis no centro da capital. Uma elevada percentagem é de nacionalidade estrangeira. S. P. P.



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