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Reflexão sobre a Evolução no Mercado de Arrendamento Urbano em Portugal
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CIMLOP - Reunião de Outono e Rodada de Negócios 2012
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CIMLOP em Moçambique - Reunião de Direçao e Rodada de Negócios
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Donativos APEMIP Solidária 2010
Tomada de Posse dos Órgãos Sociais da CIMLOP
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Reunião da FIABCI 2010

Notícias


Como se reabilita um apartamento com criatividade
Data: Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016
Fonte: casayes.pt

O arquitecto Tiago do Vale chama-lhe uma reabilitação gráfica junto ao mar, neste projecto onde transformou um pequeno apartamento em Caminha num espaço cheio de criatividade.

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Como se reabilita um apartamento com criatividade
Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

O arquitecto Tiago do Vale chama-lhe uma reabilitação gráfica junto ao mar, neste projecto onde transformou um pequeno apartamento em Caminha num espaço cheio de criatividade.

Construído nos anos 80 do século passado e reflectindo tanto nas suas infraestruturas como na sua organização o peso da passagem do tempo, este apartamento necessitava já de um número de intervenções importantes. A estratégia adoptada pela equipa do Tiago do Vale Arquitectos para esta reabilitação passou por tirar o máximo partido das potencialidades da construção, trazendo a experiência de a ocupar para padrões mais contemporâneos.
"Apenas 40 m2 de superfície, uma escolha de materiais menos criteriosa, 30 anos de uso intenso e uma compartimentação pouco qualificada - mas própria do seu tempo - resultaram num pequeno apartamento junto ao mar que não era especialmente convidativo", lê-se na memória descritiva.
O arquitecto revela que o requisito do cliente era fazer uma actualização funcional e infraestrutural da construção a baixo custo, mas mantendo a sua organização original (com um quarto independente). "O ponto de partida da intervenção foi o de maximizar a percepção da luz e do espaço no apartamento, recorrendo a uma abordagem mínima e à repetição da cor branca", explica.
No entanto, a peça central do projecto é um volume azul que resolve simultaneamente as portas do apartamento e o desenho da cozinha, num gesto integral que traz cor e, sobretudo, uma expressão lúdica a todo o apartamento. Com cabides integrados para os acessórios de praia, este painel cerúleo traz o verão para o interior da habitação.
"Metade da parede entre o espaço de dormir e a sala foi transformada num grande painel de correr, mantendo em simultâneo a localização da porta original do quarto. Esta solução permite tanto uma experiência de open space -que serve particularmente bem a área diminuta do apartamento- como uma experiência mais convencional, de acordo com a discrição do cliente.
Embora com detalhes claramente contemporâneos, houve uma vontade de manter superfícies texturadas e pormenores capazes de humanizar a escala dos espaços. Tal conseguiu-se observando os anos 80 da construção inicial, mantendo o desenho original das sancas de gesso e introduzindo uma forte superfície cerâmica estampada na área da cozinha", refere a memória descritiva. 
"Este pequeno apartamento oferece agora um uso relaxante, com a praia no seu seio, e está apto para mais 30 anos de utilização animada e simples", conclui Tiago do Vale. 
FICHA TÉCNICA
ARQUITECTURA - Tiago do Vale Arquitectos 
EQUIPA DE PROJECTO - Tiago do Vale, María Cainzos Osinde, Hugo Quintela, Louane Papin
ANO - 2016
LOCALIZAÇÃO - Caminha, Portugal
CONSTRUÇÃO - Casas do Lima ®, Limiavez L.da
ANO DE CONSTRUÇÃO - 2016
ÁREA DE CONSTRUÇÃO - 40 m2
FOTOGRAFIA - João Morgado

Construído nos anos 80 do século passado e reflectindo tanto nas suas infraestruturas como na sua organização o peso da passagem do tempo, este apartamento necessitava já de um número de intervenções importantes. A estratégia adoptada pela equipa do Tiago do Vale Arquitectos para esta reabilitação passou por tirar o máximo partido das potencialidades da construção, trazendo a experiência de a ocupar para padrões mais contemporâneos.

"Apenas 40 m2 de superfície, uma escolha de materiais menos criteriosa, 30 anos de uso intenso e uma compartimentação pouco qualificada - mas própria do seu tempo - resultaram num pequeno apartamento junto ao mar que não era especialmente convidativo", lê-se na memória descritiva.

O arquitecto revela que o requisito do cliente era fazer uma actualização funcional e infraestrutural da construção a baixo custo, mas mantendo a sua organização original (com um quarto independente). "O ponto de partida da intervenção foi o de maximizar a percepção da luz e do espaço no apartamento, recorrendo a uma abordagem mínima e à repetição da cor branca", explica.

No entanto, a peça central do projecto é um volume azul que resolve simultaneamente as portas do apartamento e o desenho da cozinha, num gesto integral que traz cor e, sobretudo, uma expressão lúdica a todo o apartamento. Com cabides integrados para os acessórios de praia, este painel cerúleo traz o verão para o interior da habitação.

"Metade da parede entre o espaço de dormir e a sala foi transformada num grande painel de correr, mantendo em simultâneo a localização da porta original do quarto. Esta solução permite tanto uma experiência de open space -que serve particularmente bem a área diminuta do apartamento- como uma experiência mais convencional, de acordo com a discrição do cliente.

Embora com detalhes claramente contemporâneos, houve uma vontade de manter superfícies texturadas e pormenores capazes de humanizar a escala dos espaços. Tal conseguiu-se observando os anos 80 da construção inicial, mantendo o desenho original das sancas de gesso e introduzindo uma forte superfície cerâmica estampada na área da cozinha", refere a memória descritiva. 

"Este pequeno apartamento oferece agora um uso relaxante, com a praia no seu seio, e está apto para mais 30 anos de utilização animada e simples", conclui Tiago do Vale. 

FICHA TÉCNICA

ARQUITECTURA - Tiago do Vale Arquitectos 

EQUIPA DE PROJECTO - Tiago do Vale, María Cainzos Osinde, Hugo Quintela, Louane Papin

ANO - 2016

LOCALIZAÇÃO - Caminha, Portugal

CONSTRUÇÃO - Casas do Lima ®, Limiavez L.da

ANO DE CONSTRUÇÃO - 2016

ÁREA DE CONSTRUÇÃO - 40 m2

FOTOGRAFIA - João Morgado


Portugal é um dos destinos preferidos de milionários que investem em casas de luxo
Data: Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016
Fonte: casayes.pt

O imobiliário de luxo é um investimento seguro para quase todos os milionários. Portugal é um dos destinos preferidos segundo o jornal norte-americano The New York Times.

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Portugal é um dos destinos preferidos de milionários que investem em casas de luxo
Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

O imobiliário de luxo é um investimento seguro para quase todos os milionários. Portugal é um dos destinos preferidos segundo o jornal norte-americano The New York Times.

Comprar uma casa com assinatura arquitectónica, uma boa piscina e vistas desafogadas são algumas das qualidades das casas de luxo pelas quais os milionários não se importam de pagar mesmo com preços acima do mercado.
Além de gostarem de possuírem casas luxuosas pelo próprio prazer de desfrutar de algumas mordomias, mais do que as acções ou títulos lhes podem proporcionar, consideram igualmente que este investimento é mais seguro do que qualquer outro. “Além de preços mais realistas e o fascínio de um investimento estável para enfrentar a volatilidade do mercado de ações, os compradores ricos também encontram-se neste momento a investir na compra de casas ecológicas, eficientes e inteligentes com a mais recente tecnologia instalada para torná-la perfeita em qualquer local”, segundo um relatório de 2015 da Wealth-X e Sotheby’s International Realty.
De acordo com o jornal norte-americano, possuir imóveis residenciais faz parte normalmente de uma carteira de investimento diversificada, o que difere em relação aos últimos dois anos, é o facto de uma economia incerta estar a influenciar uma tomada de decisão de compra mais rápida.
Investir em imobiliário como uma rede de segurança
Muitos investidores com muito rendimento estão a colocar dinheiro numa segunda ou terceira residência, como uma rede de segurança, decorrente da preocupação com uma ampla gama de fatores económicos e políticos. “Estes incluem a possibilidade de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, a desaceleração da China, os baixos preços do petróleo, os conflitos no Oriente Médio e a realidade de que as ações têm sido volúveis, bem como os títulos que têm vindo a afundar num mercado frágil”.
“As pessoas se sentem mais confortáveis investindo em coisas que podem ver e tocar e sentir, essa é a natureza tangível do imobiliário”, refere Michael Sonnenfeldt, fundador e presidente da rede imobiliária norte-americana Tiger 21. Na verdade, não estão apenas a comprar propriedades nos Estados Unidos em mercados urbanos de luxo, como Nova York e Miami, e locais de férias como Hamptons, Jackson Hole, Wyo e Nantucket, em Massachusetts. “Acredito que o interesse dos compradores de propriedade de luxo em mercados fora da América é agora maior do que nunca”, adiantou Kathleen Peddicord, fundadora do Grupo editorial Live e Invest Overseas.
“As pessoas com dinheiro estão interessadas em diversificar o investimento além do mercado de ações dos EUA, em particular”, salienta Peddicord. “Umas férias ou segunda ou terceira casa num ensolarado Shangri-La é uma opção cada vez mais atraente. É um ativo que funciona como um aumento do estilo de vida e que amortece o comprador de qualquer choque que os mercados norte-americanos possam ter “.
Enquanto a maioria dos indivíduos de alto património opta por uma segunda ou terceira residência no país onde reside, um número crescente de pessoas com ativos de mais de 30 milhões de dólares está a comprar casas noutros países, de acordo com o relatório Wealth-X e Sotheby’s International Realty. As residências internacionais representam já 16% das residências não prioritárias, em comparação com 11% em 2010.
Caribe e Europa entre os destinos mais procurados
Os compradores do mercado médio estão a gastar entre 250 mil a 500 mil dólares em propriedades únicas, mas os mais ricos estão investir 1 milhão de dólares ou mais, em muitos mercados, incluindo o Caribe e Europa. “Estamos a assistir a um crescente interesse no Panamá e países onde o dólar dos EUA é forte”. Estes incluem França, Espanha e Portugal.
David Forbes, responsável pela consultora Savills, revela mesmo que a segurança tornou-se uma questão importante em todo o mundo e viver em sítios seguros é cada vez mais uma opção.

Comprar uma casa com assinatura arquitectónica, uma boa piscina e vistas desafogadas são algumas das qualidades das casas de luxo pelas quais os milionários não se importam de pagar mesmo com preços acima do mercado.

Além de gostarem de possuírem casas luxuosas pelo próprio prazer de desfrutar de algumas mordomias, mais do que as acções ou títulos lhes podem proporcionar, consideram igualmente que este investimento é mais seguro do que qualquer outro. “Além de preços mais realistas e o fascínio de um investimento estável para enfrentar a volatilidade do mercado de ações, os compradores ricos também encontram-se neste momento a investir na compra de casas ecológicas, eficientes e inteligentes com a mais recente tecnologia instalada para torná-la perfeita em qualquer local”, segundo um relatório de 2015 da Wealth-X e Sotheby’s International Realty.

De acordo com o jornal norte-americano, possuir imóveis residenciais faz parte normalmente de uma carteira de investimento diversificada, o que difere em relação aos últimos dois anos, é o facto de uma economia incerta estar a influenciar uma tomada de decisão de compra mais rápida.

Investir em imobiliário como uma rede de segurança

Muitos investidores com muito rendimento estão a colocar dinheiro numa segunda ou terceira residência, como uma rede de segurança, decorrente da preocupação com uma ampla gama de fatores económicos e políticos. “Estes incluem a possibilidade de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, a desaceleração da China, os baixos preços do petróleo, os conflitos no Oriente Médio e a realidade de que as ações têm sido volúveis, bem como os títulos que têm vindo a afundar num mercado frágil”.

“As pessoas se sentem mais confortáveis investindo em coisas que podem ver e tocar e sentir, essa é a natureza tangível do imobiliário”, refere Michael Sonnenfeldt, fundador e presidente da rede imobiliária norte-americana Tiger 21. Na verdade, não estão apenas a comprar propriedades nos Estados Unidos em mercados urbanos de luxo, como Nova York e Miami, e locais de férias como Hamptons, Jackson Hole, Wyo e Nantucket, em Massachusetts. “Acredito que o interesse dos compradores de propriedade de luxo em mercados fora da América é agora maior do que nunca”, adiantou Kathleen Peddicord, fundadora do Grupo editorial Live e Invest Overseas.

“As pessoas com dinheiro estão interessadas em diversificar o investimento além do mercado de ações dos EUA, em particular”, salienta Peddicord. “Umas férias ou segunda ou terceira casa num ensolarado Shangri-La é uma opção cada vez mais atraente. É um ativo que funciona como um aumento do estilo de vida e que amortece o comprador de qualquer choque que os mercados norte-americanos possam ter “.

Enquanto a maioria dos indivíduos de alto património opta por uma segunda ou terceira residência no país onde reside, um número crescente de pessoas com ativos de mais de 30 milhões de dólares está a comprar casas noutros países, de acordo com o relatório Wealth-X e Sotheby’s International Realty. As residências internacionais representam já 16% das residências não prioritárias, em comparação com 11% em 2010.

Caribe e Europa entre os destinos mais procurados

Os compradores do mercado médio estão a gastar entre 250 mil a 500 mil dólares em propriedades únicas, mas os mais ricos estão investir 1 milhão de dólares ou mais, em muitos mercados, incluindo o Caribe e Europa. “Estamos a assistir a um crescente interesse no Panamá e países onde o dólar dos EUA é forte”. Estes incluem França, Espanha e Portugal.

David Forbes, responsável pela consultora Savills, revela mesmo que a segurança tornou-se uma questão importante em todo o mundo e viver em sítios seguros é cada vez mais uma opção.


Mais 2.833 jovens irão beneficiar de apoio ao arrendamento
Data: Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016
Fonte: casayes.pt

Mais 2.833 jovens irão beneficiar de apoio ao pagamento da renda na habitação no âmbito do Programa Porta 65-Jovem.

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Mais 2.833 jovens irão beneficiar de apoio ao arrendamento
Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

Mais 2.833 jovens irão beneficiar de apoio ao pagamento da renda na habitação no âmbito do Programa Porta 65-Jovem.

Segundo informação divulgada pelo IHRU - Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, no período que decorreu entre 20 de Setembro e 12 de Outubro, foram aprovadas 1.896 candidaturas, num total de 2.833 jovens que irão receber subvenção.
Foram aprovadas 1.257 candidaturas para T2, 423 para o T1, 153 para o T3, 58 para T0 e cinco T4.
Lisboa foi o município com mais candidaturas aceites (697), seguido do Porto (477), Aveiro (150) e Setúbal (119). Todos os outros municípios registarem valores de dois e um dígito.
O Programa Porta 65-Jovem, com quatro períodos de candidatura por ano, apoia o arrendamento de habitação para residência permanente, tendo como beneficiários jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 30 anos; Jovens em coabitação; Jovens casais ou em união de facto (um dos elementos pode ter até 32 anos). O apoio consiste na atribuição de uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal, sendo beneficiadas as candidaturas que englobem menores e pessoas com deficiência e que se encontrem em localizações especiais. 

Segundo informação divulgada pelo IHRU - Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana, no período que decorreu entre 20 de Setembro e 12 de Outubro, foram aprovadas 1.896 candidaturas, num total de 2.833 jovens que irão receber subvenção.

Foram aprovadas 1.257 candidaturas para T2, 423 para o T1, 153 para o T3, 58 para T0 e cinco T4.

Lisboa foi o município com mais candidaturas aceites (697), seguido do Porto (477), Aveiro (150) e Setúbal (119). Todos os outros municípios registarem valores de dois e um dígito.

O Programa Porta 65-Jovem, com quatro períodos de candidatura por ano, apoia o arrendamento de habitação para residência permanente, tendo como beneficiários jovens com idade igual ou superior a 18 anos e inferior a 30 anos; Jovens em coabitação; Jovens casais ou em união de facto (um dos elementos pode ter até 32 anos). O apoio consiste na atribuição de uma percentagem do valor da renda como subvenção mensal, sendo beneficiadas as candidaturas que englobem menores e pessoas com deficiência e que se encontrem em localizações especiais. 



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