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CIMLOP - Reunião de Outono / Rodada de Negócios
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Resolução do Conselho de Ministros 2011
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Reunião FIABCI / UNECE
Donativos APEMIP Solidária 2010
Tomada de Posse dos Órgãos Sociais da CIMLOP
APEMIP no Salão Imobiliário de Portugal 2010
Reunião da FIABCI 2010

Notícias


Prédios de luxo já não pagarão imposto de selo referente a 2016
Data: Segunda-feira, 02 de Janeiro de 2017
Fonte: casayes.pt

O Governo dá "borla" aos proprietários para evitar que, em 2017, por causa de diferentes regras de incidência, tenham de desembolsar dois impostos com a mesma finalidade. Veja as diferenças entre selo e o novo AIMI.

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Prédios de luxo já não pagarão imposto de selo referente a 2016
Segunda-feira, 02 de Janeiro de 2017

O Governo dá "borla" aos proprietários para evitar que, em 2017, por causa de diferentes regras de incidência, tenham de desembolsar dois impostos com a mesma finalidade. Veja as diferenças entre selo e o novo AIMI.

O ano de 2017 nasce com um novo figurino para a tributação sobre o património de luxo. O imposto do selo fica pelo caminho e dá lugar ao AIMI (adicional ao IMI), um imposto mais global, que, em vez de tributar prédio a prédio, é calculado com base no património global de cada proprietário. Quem já pagava o selo até pode ficar a ganhar face ao passado (será preciso analisar caso a caso) e vê este imposto desaparecer não apenas em 2017, mas já em 2016, pelo que, na prática, acaba por poupar uma prestação.
Depois de algumas cambalhotas, o Governo acabou por desenhar o AIMI à luz do imposto do selo, embora lhe tenha introduzido diferenças assinaláveis. 
Tal como o selo, o AIMI incidirá apenas sobre prédios que estão classificados nas Finanças como destinados à habitação e sobre terrenos para construção, quer estes sejam detidos por pessoas singulares ou colectivas. O entendimento dos partidos de esquerda – e em particular do PCP, que insistiu neste ponto - é que um imposto sobre a riqueza imobiliário não deve incidir sobre prédios afectos aos serviços, comércio, industria ainda que eles possam tornar o seu proprietário mais rico do que os que os proprietários que detêm prédios à habitação.
Mas, ao contrário do Selo, o AIMI incide sobre todo o património de cada proprietário (e não prédio a prédio), o que evita a distorção criada pelo anterior imposto de permitir que um proprietário com um património de 2 milhões de euros pagasse mais do que um com 9 milhões, por exemplo. Este alargamento da base aumenta também o número de contribuintes que vão ser chamados a pagar o imposto, com o governo a situar a receita potencial do AIMI em torno dos 130 milhões de euros ao ano.
No caso dos particulares, os limiares de isenção são mais benéficos do que o Selo para os casados e mais penalizadores para quem se apresente com o património em nome individual. Enquanto o Selo tributava em 1% cada prédio cujo CPT ultrapassava 1 milhão de euros, o AIMI tributa em 0,7% o VPT entre 600 mil e 1,2 milhões de euros, e em 1% o que sobra. Para casados, estes limiares duplicam, ou seja, há isenção até 1,2 milhões de VPT, uma taxa de 0,7% para patrimónios entre este patamar e os 2,4 milhões de euros e de 1% para o excesso.
Já os prédios habitacionais detidos por pessoas colectivas, pagam uma taxa de 0,4% sobre o conjunto do VPT, sem limiar de isenção – à excepção dos imóveis que estejam afectos aos sócios, gestores, gerentes e seus familiares, uma alteração introduzida à última hora para evitar premiar quem tem casas parqueadas em fundos e sociedades de mera administração de bens.
 
Outra diferença face ao imposto actual é que quem tem casas arrendadas, seja particular, seja pessoa colectiva, pode deduzir o imposto às rendas recebidas.
 
Selo desapareceu em 2016 
As regras do AIMI e do Selo também divergem quanto aos prazos de apuramento e de pagamento. O selo incidia sobre o valor patrimonial do prédio detido a 31 de Dezembro de cada ano e pago no ano seguinte, ao passo AIMI incide sobre o VPT a 1 de Janeiro e é cobrado no próprio ano.
Ora, à luz destas regras, a mera substituição de um imposto pelo outro levaria os proprietários a terem de pagar dois impostos sobre o património de luxo em 2017: o Selo referente a 2016 (que só é pago no ano seguinte) e o AIMI de 2017, que é pago no próprio ano. Contudo, para evitar a sobreposição de dois momentos de pagamento, o Governo extinguiu o Selo com efeitos a 31 de Dezembro de 2016, pelo que o imposto foi subtraído em um ano.
Para os proprietários é menos um cheque a passar ao Estado; para Fisco, é menos uma enxurrada de processos em tribunal, dada a elevada litigância que o imposto gerou. 
AIMI e Imposto do Selo: as diferenças 
Ambos incidem apenas sobre os prédios afectos à habitação e os terrenos para construção, deixando de fora os imóveis com afectação diferente. Mas, em tudo o resto, há diferenças. 
- O Imposto do Selo incidia sobre cada prédio. O AIMI sobre a totalidade do VPT de cada proprietário. 
- O Selo tributava prédios acima de 1 milhão de euros. O AIMI distingue entre os tipos de proprietários: 1) as pessoas singulares pagam a partir de 600 mil euros ou de 1,2 milhões de euros, consoante seja titular único ou casado; 2) as pessoas colectivas sobre todo o VPT. 
- O Selo tinha uma taxa única de 1%. O AIMI tem dois níveis de taxas, consoante o tipo de proprietário: 1) as pessoas singulares pagam 0,7% e 1% sobre o que exceder os patamares do ponto anterior; as pessoas colectivas 0,4% sobre tudo. 
- No caso de prédios arrendados, o AIMI pode ser abatido ao IRS ou IRC das rendas recebidas. 
- O Selo é pago no ano seguinte, sobre o VPT do ano anterior. O AIMI é pago no próprio ano, relativamente ao VPT apurado a 1 de Janeiro. 

O ano de 2017 nasce com um novo figurino para a tributação sobre o património de luxo. O imposto do selo fica pelo caminho e dá lugar ao AIMI (adicional ao IMI), um imposto mais global, que, em vez de tributar prédio a prédio, é calculado com base no património global de cada proprietário. Quem já pagava o selo até pode ficar a ganhar face ao passado (será preciso analisar caso a caso) e vê este imposto desaparecer não apenas em 2017, mas já em 2016, pelo que, na prática, acaba por poupar uma prestação.

Depois de algumas cambalhotas, o Governo acabou por desenhar o AIMI à luz do imposto do selo, embora lhe tenha introduzido diferenças assinaláveis. 

Tal como o selo, o AIMI incidirá apenas sobre prédios que estão classificados nas Finanças como destinados à habitação e sobre terrenos para construção, quer estes sejam detidos por pessoas singulares ou colectivas. O entendimento dos partidos de esquerda – e em particular do PCP, que insistiu neste ponto - é que um imposto sobre a riqueza imobiliário não deve incidir sobre prédios afectos aos serviços, comércio, industria ainda que eles possam tornar o seu proprietário mais rico do que os que os proprietários que detêm prédios à habitação.

Mas, ao contrário do Selo, o AIMI incide sobre todo o património de cada proprietário (e não prédio a prédio), o que evita a distorção criada pelo anterior imposto de permitir que um proprietário com um património de 2 milhões de euros pagasse mais do que um com 9 milhões, por exemplo. Este alargamento da base aumenta também o número de contribuintes que vão ser chamados a pagar o imposto, com o governo a situar a receita potencial do AIMI em torno dos 130 milhões de euros ao ano.No caso dos particulares, os limiares de isenção são mais benéficos do que o Selo para os casados e mais penalizadores para quem se apresente com o património em nome individual. Enquanto o Selo tributava em 1% cada prédio cujo CPT ultrapassava 1 milhão de euros, o AIMI tributa em 0,7% o VPT entre 600 mil e 1,2 milhões de euros, e em 1% o que sobra. Para casados, estes limiares duplicam, ou seja, há isenção até 1,2 milhões de VPT, uma taxa de 0,7% para patrimónios entre este patamar e os 2,4 milhões de euros e de 1% para o excesso.

Já os prédios habitacionais detidos por pessoas colectivas, pagam uma taxa de 0,4% sobre o conjunto do VPT, sem limiar de isenção – à excepção dos imóveis que estejam afectos aos sócios, gestores, gerentes e seus familiares, uma alteração introduzida à última hora para evitar premiar quem tem casas parqueadas em fundos e sociedades de mera administração de bens. Outra diferença face ao imposto actual é que quem tem casas arrendadas, seja particular, seja pessoa colectiva, pode deduzir o imposto às rendas recebidas. Selo desapareceu em 2016 

As regras do AIMI e do Selo também divergem quanto aos prazos de apuramento e de pagamento. O selo incidia sobre o valor patrimonial do prédio detido a 31 de Dezembro de cada ano e pago no ano seguinte, ao passo AIMI incide sobre o VPT a 1 de Janeiro e é cobrado no próprio ano.Ora, à luz destas regras, a mera substituição de um imposto pelo outro levaria os proprietários a terem de pagar dois impostos sobre o património de luxo em 2017: o Selo referente a 2016 (que só é pago no ano seguinte) e o AIMI de 2017, que é pago no próprio ano. Contudo, para evitar a sobreposição de dois momentos de pagamento, o Governo extinguiu o Selo com efeitos a 31 de Dezembro de 2016, pelo que o imposto foi subtraído em um ano.Para os proprietários é menos um cheque a passar ao Estado; para Fisco, é menos uma enxurrada de processos em tribunal, dada a elevada litigância que o imposto gerou. 

AIMI e Imposto do Selo: as diferenças 

Ambos incidem apenas sobre os prédios afectos à habitação e os terrenos para construção, deixando de fora os imóveis com afectação diferente. Mas, em tudo o resto, há diferenças. 

- O Imposto do Selo incidia sobre cada prédio. O AIMI sobre a totalidade do VPT de cada proprietário. 

- O Selo tributava prédios acima de 1 milhão de euros. O AIMI distingue entre os tipos de proprietários: 1) as pessoas singulares pagam a partir de 600 mil euros ou de 1,2 milhões de euros, consoante seja titular único ou casado; 2) as pessoas colectivas sobre todo o VPT. 

- O Selo tinha uma taxa única de 1%. O AIMI tem dois níveis de taxas, consoante o tipo de proprietário: 1) as pessoas singulares pagam 0,7% e 1% sobre o que exceder os patamares do ponto anterior; as pessoas colectivas 0,4% sobre tudo. 

- No caso de prédios arrendados, o AIMI pode ser abatido ao IRS ou IRC das rendas recebidas. 

- O Selo é pago no ano seguinte, sobre o VPT do ano anterior. O AIMI é pago no próprio ano, relativamente ao VPT apurado a 1 de Janeiro. 


Como se reabilita um apartamento com criatividade
Data: Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016
Fonte: casayes.pt

O arquitecto Tiago do Vale chama-lhe uma reabilitação gráfica junto ao mar, neste projecto onde transformou um pequeno apartamento em Caminha num espaço cheio de criatividade.

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Como se reabilita um apartamento com criatividade
Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

O arquitecto Tiago do Vale chama-lhe uma reabilitação gráfica junto ao mar, neste projecto onde transformou um pequeno apartamento em Caminha num espaço cheio de criatividade.

Construído nos anos 80 do século passado e reflectindo tanto nas suas infraestruturas como na sua organização o peso da passagem do tempo, este apartamento necessitava já de um número de intervenções importantes. A estratégia adoptada pela equipa do Tiago do Vale Arquitectos para esta reabilitação passou por tirar o máximo partido das potencialidades da construção, trazendo a experiência de a ocupar para padrões mais contemporâneos.
"Apenas 40 m2 de superfície, uma escolha de materiais menos criteriosa, 30 anos de uso intenso e uma compartimentação pouco qualificada - mas própria do seu tempo - resultaram num pequeno apartamento junto ao mar que não era especialmente convidativo", lê-se na memória descritiva.
O arquitecto revela que o requisito do cliente era fazer uma actualização funcional e infraestrutural da construção a baixo custo, mas mantendo a sua organização original (com um quarto independente). "O ponto de partida da intervenção foi o de maximizar a percepção da luz e do espaço no apartamento, recorrendo a uma abordagem mínima e à repetição da cor branca", explica.
No entanto, a peça central do projecto é um volume azul que resolve simultaneamente as portas do apartamento e o desenho da cozinha, num gesto integral que traz cor e, sobretudo, uma expressão lúdica a todo o apartamento. Com cabides integrados para os acessórios de praia, este painel cerúleo traz o verão para o interior da habitação.
"Metade da parede entre o espaço de dormir e a sala foi transformada num grande painel de correr, mantendo em simultâneo a localização da porta original do quarto. Esta solução permite tanto uma experiência de open space -que serve particularmente bem a área diminuta do apartamento- como uma experiência mais convencional, de acordo com a discrição do cliente.
Embora com detalhes claramente contemporâneos, houve uma vontade de manter superfícies texturadas e pormenores capazes de humanizar a escala dos espaços. Tal conseguiu-se observando os anos 80 da construção inicial, mantendo o desenho original das sancas de gesso e introduzindo uma forte superfície cerâmica estampada na área da cozinha", refere a memória descritiva. 
"Este pequeno apartamento oferece agora um uso relaxante, com a praia no seu seio, e está apto para mais 30 anos de utilização animada e simples", conclui Tiago do Vale. 
FICHA TÉCNICA
ARQUITECTURA - Tiago do Vale Arquitectos 
EQUIPA DE PROJECTO - Tiago do Vale, María Cainzos Osinde, Hugo Quintela, Louane Papin
ANO - 2016
LOCALIZAÇÃO - Caminha, Portugal
CONSTRUÇÃO - Casas do Lima ®, Limiavez L.da
ANO DE CONSTRUÇÃO - 2016
ÁREA DE CONSTRUÇÃO - 40 m2
FOTOGRAFIA - João Morgado

Construído nos anos 80 do século passado e reflectindo tanto nas suas infraestruturas como na sua organização o peso da passagem do tempo, este apartamento necessitava já de um número de intervenções importantes. A estratégia adoptada pela equipa do Tiago do Vale Arquitectos para esta reabilitação passou por tirar o máximo partido das potencialidades da construção, trazendo a experiência de a ocupar para padrões mais contemporâneos.

"Apenas 40 m2 de superfície, uma escolha de materiais menos criteriosa, 30 anos de uso intenso e uma compartimentação pouco qualificada - mas própria do seu tempo - resultaram num pequeno apartamento junto ao mar que não era especialmente convidativo", lê-se na memória descritiva.

O arquitecto revela que o requisito do cliente era fazer uma actualização funcional e infraestrutural da construção a baixo custo, mas mantendo a sua organização original (com um quarto independente). "O ponto de partida da intervenção foi o de maximizar a percepção da luz e do espaço no apartamento, recorrendo a uma abordagem mínima e à repetição da cor branca", explica.

No entanto, a peça central do projecto é um volume azul que resolve simultaneamente as portas do apartamento e o desenho da cozinha, num gesto integral que traz cor e, sobretudo, uma expressão lúdica a todo o apartamento. Com cabides integrados para os acessórios de praia, este painel cerúleo traz o verão para o interior da habitação.

"Metade da parede entre o espaço de dormir e a sala foi transformada num grande painel de correr, mantendo em simultâneo a localização da porta original do quarto. Esta solução permite tanto uma experiência de open space -que serve particularmente bem a área diminuta do apartamento- como uma experiência mais convencional, de acordo com a discrição do cliente.

Embora com detalhes claramente contemporâneos, houve uma vontade de manter superfícies texturadas e pormenores capazes de humanizar a escala dos espaços. Tal conseguiu-se observando os anos 80 da construção inicial, mantendo o desenho original das sancas de gesso e introduzindo uma forte superfície cerâmica estampada na área da cozinha", refere a memória descritiva. 

"Este pequeno apartamento oferece agora um uso relaxante, com a praia no seu seio, e está apto para mais 30 anos de utilização animada e simples", conclui Tiago do Vale. 

FICHA TÉCNICA

ARQUITECTURA - Tiago do Vale Arquitectos 

EQUIPA DE PROJECTO - Tiago do Vale, María Cainzos Osinde, Hugo Quintela, Louane Papin

ANO - 2016

LOCALIZAÇÃO - Caminha, Portugal

CONSTRUÇÃO - Casas do Lima ®, Limiavez L.da

ANO DE CONSTRUÇÃO - 2016

ÁREA DE CONSTRUÇÃO - 40 m2

FOTOGRAFIA - João Morgado


Portugal é um dos destinos preferidos de milionários que investem em casas de luxo
Data: Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016
Fonte: casayes.pt

O imobiliário de luxo é um investimento seguro para quase todos os milionários. Portugal é um dos destinos preferidos segundo o jornal norte-americano The New York Times.

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Portugal é um dos destinos preferidos de milionários que investem em casas de luxo
Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

O imobiliário de luxo é um investimento seguro para quase todos os milionários. Portugal é um dos destinos preferidos segundo o jornal norte-americano The New York Times.

Comprar uma casa com assinatura arquitectónica, uma boa piscina e vistas desafogadas são algumas das qualidades das casas de luxo pelas quais os milionários não se importam de pagar mesmo com preços acima do mercado.
Além de gostarem de possuírem casas luxuosas pelo próprio prazer de desfrutar de algumas mordomias, mais do que as acções ou títulos lhes podem proporcionar, consideram igualmente que este investimento é mais seguro do que qualquer outro. “Além de preços mais realistas e o fascínio de um investimento estável para enfrentar a volatilidade do mercado de ações, os compradores ricos também encontram-se neste momento a investir na compra de casas ecológicas, eficientes e inteligentes com a mais recente tecnologia instalada para torná-la perfeita em qualquer local”, segundo um relatório de 2015 da Wealth-X e Sotheby’s International Realty.
De acordo com o jornal norte-americano, possuir imóveis residenciais faz parte normalmente de uma carteira de investimento diversificada, o que difere em relação aos últimos dois anos, é o facto de uma economia incerta estar a influenciar uma tomada de decisão de compra mais rápida.
Investir em imobiliário como uma rede de segurança
Muitos investidores com muito rendimento estão a colocar dinheiro numa segunda ou terceira residência, como uma rede de segurança, decorrente da preocupação com uma ampla gama de fatores económicos e políticos. “Estes incluem a possibilidade de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, a desaceleração da China, os baixos preços do petróleo, os conflitos no Oriente Médio e a realidade de que as ações têm sido volúveis, bem como os títulos que têm vindo a afundar num mercado frágil”.
“As pessoas se sentem mais confortáveis investindo em coisas que podem ver e tocar e sentir, essa é a natureza tangível do imobiliário”, refere Michael Sonnenfeldt, fundador e presidente da rede imobiliária norte-americana Tiger 21. Na verdade, não estão apenas a comprar propriedades nos Estados Unidos em mercados urbanos de luxo, como Nova York e Miami, e locais de férias como Hamptons, Jackson Hole, Wyo e Nantucket, em Massachusetts. “Acredito que o interesse dos compradores de propriedade de luxo em mercados fora da América é agora maior do que nunca”, adiantou Kathleen Peddicord, fundadora do Grupo editorial Live e Invest Overseas.
“As pessoas com dinheiro estão interessadas em diversificar o investimento além do mercado de ações dos EUA, em particular”, salienta Peddicord. “Umas férias ou segunda ou terceira casa num ensolarado Shangri-La é uma opção cada vez mais atraente. É um ativo que funciona como um aumento do estilo de vida e que amortece o comprador de qualquer choque que os mercados norte-americanos possam ter “.
Enquanto a maioria dos indivíduos de alto património opta por uma segunda ou terceira residência no país onde reside, um número crescente de pessoas com ativos de mais de 30 milhões de dólares está a comprar casas noutros países, de acordo com o relatório Wealth-X e Sotheby’s International Realty. As residências internacionais representam já 16% das residências não prioritárias, em comparação com 11% em 2010.
Caribe e Europa entre os destinos mais procurados
Os compradores do mercado médio estão a gastar entre 250 mil a 500 mil dólares em propriedades únicas, mas os mais ricos estão investir 1 milhão de dólares ou mais, em muitos mercados, incluindo o Caribe e Europa. “Estamos a assistir a um crescente interesse no Panamá e países onde o dólar dos EUA é forte”. Estes incluem França, Espanha e Portugal.
David Forbes, responsável pela consultora Savills, revela mesmo que a segurança tornou-se uma questão importante em todo o mundo e viver em sítios seguros é cada vez mais uma opção.

Comprar uma casa com assinatura arquitectónica, uma boa piscina e vistas desafogadas são algumas das qualidades das casas de luxo pelas quais os milionários não se importam de pagar mesmo com preços acima do mercado.

Além de gostarem de possuírem casas luxuosas pelo próprio prazer de desfrutar de algumas mordomias, mais do que as acções ou títulos lhes podem proporcionar, consideram igualmente que este investimento é mais seguro do que qualquer outro. “Além de preços mais realistas e o fascínio de um investimento estável para enfrentar a volatilidade do mercado de ações, os compradores ricos também encontram-se neste momento a investir na compra de casas ecológicas, eficientes e inteligentes com a mais recente tecnologia instalada para torná-la perfeita em qualquer local”, segundo um relatório de 2015 da Wealth-X e Sotheby’s International Realty.

De acordo com o jornal norte-americano, possuir imóveis residenciais faz parte normalmente de uma carteira de investimento diversificada, o que difere em relação aos últimos dois anos, é o facto de uma economia incerta estar a influenciar uma tomada de decisão de compra mais rápida.

Investir em imobiliário como uma rede de segurança

Muitos investidores com muito rendimento estão a colocar dinheiro numa segunda ou terceira residência, como uma rede de segurança, decorrente da preocupação com uma ampla gama de fatores económicos e políticos. “Estes incluem a possibilidade de aumento das taxas de juros nos Estados Unidos, a desaceleração da China, os baixos preços do petróleo, os conflitos no Oriente Médio e a realidade de que as ações têm sido volúveis, bem como os títulos que têm vindo a afundar num mercado frágil”.

“As pessoas se sentem mais confortáveis investindo em coisas que podem ver e tocar e sentir, essa é a natureza tangível do imobiliário”, refere Michael Sonnenfeldt, fundador e presidente da rede imobiliária norte-americana Tiger 21. Na verdade, não estão apenas a comprar propriedades nos Estados Unidos em mercados urbanos de luxo, como Nova York e Miami, e locais de férias como Hamptons, Jackson Hole, Wyo e Nantucket, em Massachusetts. “Acredito que o interesse dos compradores de propriedade de luxo em mercados fora da América é agora maior do que nunca”, adiantou Kathleen Peddicord, fundadora do Grupo editorial Live e Invest Overseas.

“As pessoas com dinheiro estão interessadas em diversificar o investimento além do mercado de ações dos EUA, em particular”, salienta Peddicord. “Umas férias ou segunda ou terceira casa num ensolarado Shangri-La é uma opção cada vez mais atraente. É um ativo que funciona como um aumento do estilo de vida e que amortece o comprador de qualquer choque que os mercados norte-americanos possam ter “.

Enquanto a maioria dos indivíduos de alto património opta por uma segunda ou terceira residência no país onde reside, um número crescente de pessoas com ativos de mais de 30 milhões de dólares está a comprar casas noutros países, de acordo com o relatório Wealth-X e Sotheby’s International Realty. As residências internacionais representam já 16% das residências não prioritárias, em comparação com 11% em 2010.

Caribe e Europa entre os destinos mais procurados

Os compradores do mercado médio estão a gastar entre 250 mil a 500 mil dólares em propriedades únicas, mas os mais ricos estão investir 1 milhão de dólares ou mais, em muitos mercados, incluindo o Caribe e Europa. “Estamos a assistir a um crescente interesse no Panamá e países onde o dólar dos EUA é forte”. Estes incluem França, Espanha e Portugal.

David Forbes, responsável pela consultora Savills, revela mesmo que a segurança tornou-se uma questão importante em todo o mundo e viver em sítios seguros é cada vez mais uma opção.



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